São muitos os professores que aderem ao livro didático em suas aulas e alguns deles fazem questão de participar da seleção dos mesmos.
Essa conscientização dos professores em participar da seleção e trabalhar as unidades do livro de forma interdisciplinar, passa pela formação inicial, a qual é oferecida na Academia, uma vez que os responsáveis por determinada disciplina da grade curricular, põe no aluno a responsabilidade de formar os alunos das variadas séries e modalidades de ensino utilizando o livro didático.
O livro didático, assim como o paradidático, não deve ser deixado à margem, no que diz respeito ao ensino, mesmo com o avanço das tecnologias, onde os livros estão sendo digitalizados e muitos já se encontram prontos para serem baixados. Hoje com os avanços tecnológicos, muitas escolas já aderiram à lousa eletrônica. É bom? Possui suas vantagens e desvantagens, como vantagem citaria a preparação adequada do professor para trabalhar com determinado recurso, pois não adianta de nada, o profissional ter acesso a novos recursos para incrementar suas aulas e continuar com metodologias antigas. E como desvantagem, destacamos a má utilização do recurso por parte do professor e dos educandos. Quando o primeiro não leciona/ensina de forma correta e quando os alunos fingem aprender. Quando estes utilizam o recurso de forma incorreta, para copiar/colar conteúdos da internet para trabalhos escolares, sem uma reflexão e sem citar a fonte, estão deixando de aprender.
Então como percebemos durante a discussão, o livro pode ser considerado um amigo do professor, porém ele não deve ser tido como uma única verdade, porque a medida que se usa um determinado livro, o professor deve está utilizando outros recursos para complementar o conteúdo ministrado em sala de aula. E pode também ser considerado um inimigo, a medida que é utilizado incorretamente. Nós como futuros PEDAGOGOS, devemos está atentos a essa problemática em torno do livro didático.
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