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Daniele, cursando o 8º período do Curso de Pedagogia, na Universidade Federal de Alagoas - UFAL.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O LIVRO DIDÁTICO: AMIGO OU INIMIGO DO PROFESSOR?

São muitos os professores que aderem ao livro didático em suas aulas e alguns deles fazem questão de participar da seleção dos mesmos.
Essa conscientização dos professores em participar da seleção e trabalhar as unidades do livro de forma interdisciplinar, passa pela formação inicial, a qual é oferecida na Academia, uma vez que os responsáveis por determinada disciplina da grade curricular, põe no aluno a responsabilidade de formar os alunos das variadas séries e modalidades de ensino utilizando o livro didático.
O livro didático, assim como o paradidático, não deve ser deixado à margem, no que diz respeito ao ensino, mesmo com o avanço das tecnologias, onde os livros estão sendo digitalizados e muitos já se encontram prontos para serem baixados. Hoje com os avanços tecnológicos, muitas escolas já aderiram à lousa eletrônica. É bom? Possui suas vantagens e desvantagens, como vantagem citaria a preparação adequada do professor para trabalhar com determinado recurso, pois não adianta de nada, o profissional ter acesso a novos recursos para incrementar suas aulas e continuar com metodologias antigas. E como desvantagem, destacamos a má utilização do recurso por parte do professor e dos educandos. Quando o primeiro não leciona/ensina de forma correta e quando os alunos fingem aprender. Quando estes utilizam o recurso de forma incorreta, para copiar/colar conteúdos da internet para trabalhos escolares, sem uma reflexão e sem citar a fonte, estão deixando de aprender.
Então como percebemos durante a discussão, o livro pode ser considerado um amigo do professor, porém ele não deve ser tido como uma única verdade, porque a medida que se usa um determinado livro, o professor deve está utilizando outros recursos para complementar o conteúdo ministrado em sala de aula. E pode também ser considerado um inimigo, a medida que é utilizado incorretamente. Nós como futuros PEDAGOGOS, devemos está atentos a essa problemática em torno do livro didático. 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Aprendendo Língua Portuguesa através de músicas

Proposta de atividade para 2º ano do Ensino Fundamental

Será trabalhado o alfabeto a partir da música: Abecedário da Xuxa.
Farei o levantamento de hipóteses para saber quantos são os alunos que conhecem a música, perguntando o que ela tem de diferente.
Após esse primeiro momento, colocarei a música para tocar duas vezes seguidas, pedirei para que eles apenas escutem.
A música tocará mais uma vez, sendo enquanto a música estiver passando, eles poderão cantar também.
Prepararei um cartza com a letra da música, para que após a escuta, eles acompanhem a letra comigo, destacando as letras do alfabeto.
Num segundo momento diferenciarei as vogais das consoantes, para que os alunos possam aprender o alfabeto de forma dinâmica.

Letra da música:

Abecedário Da Xuxa

A de Amor
B de Baixinho
C de Coração
D de Docinho
E de Escola
F de Feijão
G de Gente
H de Humano
I de Igualdade
J Juventude
L Liberdade
M Molecagem
N Natureza
O Obrigado
P Proteção!
Q de Quero-Quero
R de Riacho
S de Saudade
T de Terra
U de Universo
V de Vitória!
X o que que é?
É Xuxa!
Z é zum zum zum zum zum
Vamos Cantar
Vamos Brincar
Alegria pra valer!
O abecedário da Xuxa
Vamos Aprender!



Atividade:
Pintar as letras inicias, contidas na música (alfabeto);
Separar as vogais das consoantes;
Para cada letra do alfabeto, escrever uma palavra que remeta a letra.

sábado, 1 de outubro de 2011

Aula de LIBRAS

HISTÓRIA DA RUA

Breve Histórico do Bairro


Antares (Alpha Scorpii) é uma estrela de 1ª magnitude (na verdade é uma estrela binária), uma supergigante vermelha, distante aproximadamente 600 anos-luz da terra, 700 vezes maior que nosso Sol e 10.000 vezes mais brilhante. O nome “Antares” significa “Rival de Marte” – rivalidade entre os dois objetos mais avermelhados do céu, que são frequentemente confundidos.

Antares é um bairro de Maceió, Capital do Estado brasileiro de Alagoas. É cortado pela avenida Menino Marcelo, conhecida como Via Expressa, uma das principais ruas da cidade, que liga a BR- 316 ao Porto de Jaraguá.

O bairro de Antares foi criado no início da década de 80, através do parque urbanístico Loteamento Terra de Antares, localizado às margens da via expressa, oficialmente homologada como Av. Menino Marcelo. Possui aproximadamente 94 logradouros, sendo sete avenidas e vários loteamentos, condomínios e conjuntos habitacionais.

Em 2000 através da lei municipal 4.952/2000 passou a ser um bairro oficial com os limites: Ao Norte com Tabuleiro do Martins e Cidade Universitária, ao Sul com Jardim Petrópolis e Serraria ao Leste com Benedito Bentes e a este com Santa Lúcia.
Antares possui uma área de 6,0 Km2, com uma população estimada de 9.193 habitantes, segundo a fonte do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) do Censo de 2000. Tem 94 logradouros (bairros) e está localizado na região administrativa -6, na zona Norte. 

História da Rua

No bairro mencionado existe o Loteamento Terra de Antares I, onde está localizada minha residência, não se sabe ao certo o nome que é dado a mesma, pois nas correspondências, vem nomeado de Loteamento Terra de Antares I, juntamente com a quadra do lote e número da residência. Em conversa com uma das moradoras mais antiga da rua, ela revelou que há vinte anos aproximadamente só existiam sete casas na rua incluindo a dela. Em um dado dia surgiu um circo na rua e todos os espetáculos eram cheios, ela não sabia de onde surgia tanta gente, pois o bairro em si era pouco povoado. Segundo ela, após a estadia desse circo na rua, o número de moradores aumentou consideravelmente, até chegar ao total de famílias residentes atualmente. Para Samboni,

O lugar é a segurança, a nossa casa, o nosso bairro, a nossa cidade e a ele estamos ligados fisicamente e emocionalmente. O lugar nos dá o sentimento de pertencer e concretizar a nossa identidade. [...] O lugar: a casa, a rua ou a cidade é um universo em si mesmo. Pela sua natureza contém em si os elementos que o caracterizam.



No início, a avenida principal (hoje asfaltada) que dá acesso a rua era de barro e estreita, onde só passavam carros pequenos e “carroças”, pois como parte das famílias existentes na mesma eram advindas da zona rural, eles mantiam o hábito mesmo estando na cidade (zona urbana).

Antes de a rua começar a ser povoada, nas redondezas só existiam árvores e matos, na avenida principal havia vários eucaliptos, onde com o passar dos anos foram sendo desmatadas para dar lugar às residências.

Hoje, a rua está 98% povoada, tendo poucos terrenos desocupados e algumas casas para aluguel. O modo de vida das famílias existentes é diferente das de antigamente, onde a correria do dia a dia prevalece não nos permitindo ter um contato mais próximo com o vizinho, como era possível antes. Com isso as relações se fazem menos consistentes. Zamboni acrescenta dizendo que “a marca das relações sociais, no cotidiano dos grandes centros urbanos, e o distanciamento entre as pessoas, são os contatos impessoais na rua, nas casas comerciais, com características de retraimento e isolamento”.

Portanto, como podemos perceber na medida em que os anos passam, não só a rua ou as casas se modificam, mais também a dinâmica das famílias, acarretando assim mudanças visíveis na vida e hábitos dos indivíduos. 

Referências

Bairro de Antares. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Antares_%28Macei%C3%B3%29>. Acesso em: 20 de Set. 2011.


Bairros de Maceió. Disponível em: <http://www.bairrosdemaceio.net/site/index.php?Canal=Bairros&Id=8>. Acesso em: 20 de Set. 2011.

Entrevista.


ZAMBONI, Ernesta. O ensino da história e a construção da identidade. 1992 (mimeo).