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Daniele, cursando o 8º período do Curso de Pedagogia, na Universidade Federal de Alagoas - UFAL.

sábado, 12 de novembro de 2011

Catalogação de objeto histórico: estátua

Quando pensei em catalogar um objeto histórico lembrei logo da estátua que existe a três décadas na minha família.
Esta estátua chegou à minha família na década de 70, como presente de uma prima de minha avó materna. Esta prima de minha avó, em uma de suas viagens a Fortaleza resolveu comprar para dar-lhe de presente. Devido a  longos anos em que as duas estiveram distantes e sem comunicação, pelo fato de terem se desentendido durante a adolescência.
Com a chegada da estátua, também chegou à harmonia e a selagem da amizade entre as duas. Após o falecimento de minha avó, a estátua ficou como bem para minha mãe e hoje se encontra em seu jardim como lembrança de uma amizade que foi interrompida por um mal entendido, que felizmente teve um desfeche feliz.

CORDEL DO BAIRRO ANTARES

Cordel do Bairro de Antares

Antares nome de estrela
Rua bela     
Rua companheira
Das noites lindas de luar
Dos casais que se encontram para enamorar.

Surgiu nos anos 80
As margens da Via Expressa
Onde o menino Marcelo morreu
Marcando todas as décadas
De quem lá viveu.

De muitos bairros fica vizinho
Ao norte do Tabuleiro e ao Sul da Serraria
Perdendo sua calmaria
Com a movimentação do dia-a-dia
Justamente da forma que a população não gostaria.

Eita bairro bom!
Lugar perfeito para se viver
Agitado durante o dia
Calmo durante a noite
Alegre do amanhecer ao anoitecer.

As ruas antes de barro
Hoje já asfaltadas
Quase não haviam casas
Hoje ruas super lotadas
Quem procura uma casa, vai esperar nas calçadas.

Aurilene Almeida e Daniele dos Santos

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Refletir...


Refletir...

Contar é muito dificultoso. Não pelos anos que já se passaram. Mas pela astúcia que têm certas coisas passadas de fazer balance, de se remexerem dos lugares. A lembrança da vida da gente se guarda em trechos diversos; uns com outros acho que nem se misturam [...]. Contar seguido, alinhavado, só mesmo sendo coisas de rasa importância. Tem horas antigas que ficaram muito mais perto da gente do que outras de recente data. Toda saudade é uma espécie de velhice. Talvez, então, a melhor coisa seria contar a infância não como um filme em que a vida acontece no tempo, uma coisa depois da outra, na ordem certa, sendo essa conexão que lhe dá sentido, princípio, meio e fim, mas como um álbum de retratos, cada um completo em si mesmo, cada um contendo o sentido inteiro. Talvez seja esse o jeito de escrever sobre a alma em cuja memória se as encontram eternass, que permanecem... 

(Guimarães Rosa. Apud Rubem Alves. Na morada das palavras. Campinas: Papirus, 2003. P. 139.)



Sentirei  SAUDADESSS!!!!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O LIVRO DIDÁTICO: AMIGO OU INIMIGO DO PROFESSOR?

São muitos os professores que aderem ao livro didático em suas aulas e alguns deles fazem questão de participar da seleção dos mesmos.
Essa conscientização dos professores em participar da seleção e trabalhar as unidades do livro de forma interdisciplinar, passa pela formação inicial, a qual é oferecida na Academia, uma vez que os responsáveis por determinada disciplina da grade curricular, põe no aluno a responsabilidade de formar os alunos das variadas séries e modalidades de ensino utilizando o livro didático.
O livro didático, assim como o paradidático, não deve ser deixado à margem, no que diz respeito ao ensino, mesmo com o avanço das tecnologias, onde os livros estão sendo digitalizados e muitos já se encontram prontos para serem baixados. Hoje com os avanços tecnológicos, muitas escolas já aderiram à lousa eletrônica. É bom? Possui suas vantagens e desvantagens, como vantagem citaria a preparação adequada do professor para trabalhar com determinado recurso, pois não adianta de nada, o profissional ter acesso a novos recursos para incrementar suas aulas e continuar com metodologias antigas. E como desvantagem, destacamos a má utilização do recurso por parte do professor e dos educandos. Quando o primeiro não leciona/ensina de forma correta e quando os alunos fingem aprender. Quando estes utilizam o recurso de forma incorreta, para copiar/colar conteúdos da internet para trabalhos escolares, sem uma reflexão e sem citar a fonte, estão deixando de aprender.
Então como percebemos durante a discussão, o livro pode ser considerado um amigo do professor, porém ele não deve ser tido como uma única verdade, porque a medida que se usa um determinado livro, o professor deve está utilizando outros recursos para complementar o conteúdo ministrado em sala de aula. E pode também ser considerado um inimigo, a medida que é utilizado incorretamente. Nós como futuros PEDAGOGOS, devemos está atentos a essa problemática em torno do livro didático. 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Aprendendo Língua Portuguesa através de músicas

Proposta de atividade para 2º ano do Ensino Fundamental

Será trabalhado o alfabeto a partir da música: Abecedário da Xuxa.
Farei o levantamento de hipóteses para saber quantos são os alunos que conhecem a música, perguntando o que ela tem de diferente.
Após esse primeiro momento, colocarei a música para tocar duas vezes seguidas, pedirei para que eles apenas escutem.
A música tocará mais uma vez, sendo enquanto a música estiver passando, eles poderão cantar também.
Prepararei um cartza com a letra da música, para que após a escuta, eles acompanhem a letra comigo, destacando as letras do alfabeto.
Num segundo momento diferenciarei as vogais das consoantes, para que os alunos possam aprender o alfabeto de forma dinâmica.

Letra da música:

Abecedário Da Xuxa

A de Amor
B de Baixinho
C de Coração
D de Docinho
E de Escola
F de Feijão
G de Gente
H de Humano
I de Igualdade
J Juventude
L Liberdade
M Molecagem
N Natureza
O Obrigado
P Proteção!
Q de Quero-Quero
R de Riacho
S de Saudade
T de Terra
U de Universo
V de Vitória!
X o que que é?
É Xuxa!
Z é zum zum zum zum zum
Vamos Cantar
Vamos Brincar
Alegria pra valer!
O abecedário da Xuxa
Vamos Aprender!



Atividade:
Pintar as letras inicias, contidas na música (alfabeto);
Separar as vogais das consoantes;
Para cada letra do alfabeto, escrever uma palavra que remeta a letra.

sábado, 1 de outubro de 2011

Aula de LIBRAS

HISTÓRIA DA RUA

Breve Histórico do Bairro


Antares (Alpha Scorpii) é uma estrela de 1ª magnitude (na verdade é uma estrela binária), uma supergigante vermelha, distante aproximadamente 600 anos-luz da terra, 700 vezes maior que nosso Sol e 10.000 vezes mais brilhante. O nome “Antares” significa “Rival de Marte” – rivalidade entre os dois objetos mais avermelhados do céu, que são frequentemente confundidos.

Antares é um bairro de Maceió, Capital do Estado brasileiro de Alagoas. É cortado pela avenida Menino Marcelo, conhecida como Via Expressa, uma das principais ruas da cidade, que liga a BR- 316 ao Porto de Jaraguá.

O bairro de Antares foi criado no início da década de 80, através do parque urbanístico Loteamento Terra de Antares, localizado às margens da via expressa, oficialmente homologada como Av. Menino Marcelo. Possui aproximadamente 94 logradouros, sendo sete avenidas e vários loteamentos, condomínios e conjuntos habitacionais.

Em 2000 através da lei municipal 4.952/2000 passou a ser um bairro oficial com os limites: Ao Norte com Tabuleiro do Martins e Cidade Universitária, ao Sul com Jardim Petrópolis e Serraria ao Leste com Benedito Bentes e a este com Santa Lúcia.
Antares possui uma área de 6,0 Km2, com uma população estimada de 9.193 habitantes, segundo a fonte do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) do Censo de 2000. Tem 94 logradouros (bairros) e está localizado na região administrativa -6, na zona Norte. 

História da Rua

No bairro mencionado existe o Loteamento Terra de Antares I, onde está localizada minha residência, não se sabe ao certo o nome que é dado a mesma, pois nas correspondências, vem nomeado de Loteamento Terra de Antares I, juntamente com a quadra do lote e número da residência. Em conversa com uma das moradoras mais antiga da rua, ela revelou que há vinte anos aproximadamente só existiam sete casas na rua incluindo a dela. Em um dado dia surgiu um circo na rua e todos os espetáculos eram cheios, ela não sabia de onde surgia tanta gente, pois o bairro em si era pouco povoado. Segundo ela, após a estadia desse circo na rua, o número de moradores aumentou consideravelmente, até chegar ao total de famílias residentes atualmente. Para Samboni,

O lugar é a segurança, a nossa casa, o nosso bairro, a nossa cidade e a ele estamos ligados fisicamente e emocionalmente. O lugar nos dá o sentimento de pertencer e concretizar a nossa identidade. [...] O lugar: a casa, a rua ou a cidade é um universo em si mesmo. Pela sua natureza contém em si os elementos que o caracterizam.



No início, a avenida principal (hoje asfaltada) que dá acesso a rua era de barro e estreita, onde só passavam carros pequenos e “carroças”, pois como parte das famílias existentes na mesma eram advindas da zona rural, eles mantiam o hábito mesmo estando na cidade (zona urbana).

Antes de a rua começar a ser povoada, nas redondezas só existiam árvores e matos, na avenida principal havia vários eucaliptos, onde com o passar dos anos foram sendo desmatadas para dar lugar às residências.

Hoje, a rua está 98% povoada, tendo poucos terrenos desocupados e algumas casas para aluguel. O modo de vida das famílias existentes é diferente das de antigamente, onde a correria do dia a dia prevalece não nos permitindo ter um contato mais próximo com o vizinho, como era possível antes. Com isso as relações se fazem menos consistentes. Zamboni acrescenta dizendo que “a marca das relações sociais, no cotidiano dos grandes centros urbanos, e o distanciamento entre as pessoas, são os contatos impessoais na rua, nas casas comerciais, com características de retraimento e isolamento”.

Portanto, como podemos perceber na medida em que os anos passam, não só a rua ou as casas se modificam, mais também a dinâmica das famílias, acarretando assim mudanças visíveis na vida e hábitos dos indivíduos. 

Referências

Bairro de Antares. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Antares_%28Macei%C3%B3%29>. Acesso em: 20 de Set. 2011.


Bairros de Maceió. Disponível em: <http://www.bairrosdemaceio.net/site/index.php?Canal=Bairros&Id=8>. Acesso em: 20 de Set. 2011.

Entrevista.


ZAMBONI, Ernesta. O ensino da história e a construção da identidade. 1992 (mimeo).





sexta-feira, 16 de setembro de 2011


Amizade de Verdade
Sinceridade, lealdade, afinidade, cumplicidade sem
precisar de fraternidade
felicidade, saudade, algumas recordações de quem se
foi, deixou vazio alguns corações
quantas vezes são os amigos que nos fazem sorrir,
quanto tínhamos vontade de chorar, de sumir
amizades antigas, recentes, amigos ausentes, amizade
fraterna, eterna, que se estende
não se destrói, não se corrói, não se corrompe,
cresce
amizade sincera que a cada elo se fortalece
não importa onde estamos
de que jeito estamos
os verdadeiros sempre vão estar nos encontrando
e por mais fundo que seja o poço
sempre vai ter um amigo estendendo a mão pra resgatar
você

amizade verdadeira não se compra não tem valor
as minhas eu garimpei no coração e no tempo
amizade é ajudar sem que peçam ajuda
é aprender a perdoar sem que peçam desculpa
é dizer aquilo que só o amigo pode falar
é saber ouvir aquilo que você não queria escutar
é estar lado a lado mesmo na dificuldade extrema
na miséria, na dor, na doença e na tristeza
amigos aliados, trutas, irmãos parceiros
não importa o tempo, importante é ser verdadeiro.



Em momentos difíceis que te fazem até chorar
ele vai tá lá sempre pra poder te apoiar
nem que seja do seu lado somente no pensamento
esteja presente dentro de você como sentimento
quando você tá confuso e indeciso e não consegue
pensar
ele tá sempre ali pra poder te apoiar
nessa vida esquecemos que temos vários amigos
pessoas que nos ajudaram e nos deram abrigo
dentro dos seus pensamentos que guardo as emoções
as brincadeiras e os momentos de pura diversão
pessoas boas que estiveram sempre do nosso lado
que agiam como irmão protegendo e vendo os nossos
atos
sempre prontos pra nos corrigir, sempre prontos pra
chorar, sofrer e também pra sorrir
prometendo estar do seu lado pra toda vida
mas nem sempre é como queremos
e ainda existe as brigas causadas por todas as
besteiras
que estragam amizade que era verdadeira
mas amizades verdadeiras nunca acabam, terminam
e sim se fortalecem, com o tempo se fortificam
dando mais força aos laços de família criadas que
ficaram na história e no tempo marcado
que superam obstáculos cada vez mais complicados
a todos os meus amigos de coração aquele abraço
agradeço a tudo que fizeram por mim
pode ter certeza que de vocês eu não esqueci
essa canção é dedicada a todos vocês de verdade
sempre estarão do lado esquerdo pra toda a eternidade.

Que Deus abençoe sempre nossa amizade!!!

Andressa (Dessa) e  Aurilene (Auri)
Amuuuh muitto vocêss
Obrigada por tudo!!!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Educação Básica

Bom, antes do vestibular... Passei pela Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio.

Fonte: Google Imagens
Na Educação Infantil, eu era paparicada por todos os colegas, inclusive pela professora, acho que por ser a criança menor. Ah! a professora, como esta era comprometida com o trabalho, não lembro dela ter faltado um dia de aula. Era meiga, amiga, carinhosa, estava sempre pensando em nos agradar, quase todos os meses tinha uma aula diferente, levava-nos ao parque, à biblioteca e até ao aeroporto para conhecermos os aviões. Essa por sinal foi um viagem inesquecível, pois lembro que na volta vim dormindo no colo dela e depois desse dia, todos me chamavam de filha da professora e eu me achava a própria. No dia das crianças dava brinquedos para todos, as meninas ganhavam bonecas e os meninos carros. Guardei por muitos anos a boneca que ganhara da professora, tinha muito ciúme dela e não deixava ninguém pegá-la. Passados alguns anos, quando estava maior, por volta dos 10 anos, descobri que ela (professora) havia morrido. Chorei muito e fiquei sem querer ir à escola, por saber que não a veria mais.
Fonte: Google Imagens
No Ensino Fundamental I, continuava sendo paparicada por minhas colegas, mas apanhava muito dos meninos. Não lembro exatamente porque. Acho que esse foi o período em que me rebelei, pois não gostava de estudar a tabuada e sempre que a professora passava para a casa, dizia a minha mãe que não tinha tarefa e não estudava. Quando a professora perguntava eu não sabia responder e ela me deixava de castigo até que um dia me deu suspensão e só entraria com o responsável, pra mim foi o fim, pois minha mãe nunca tinha sido chamada a escola. Depois desse dia, passei a estudar a tabuada kkk. E nunca mais precisei entrar na escola com minha mãe.
Fonte: Google Imagens
No Ensino Fundamental II, participava de um grupo de dança na escola. Uma das músicas que apresentávamos era AQUARELA DO BRASIL, a roupa era linda, saia verde de babados e blusa amarela. Nos apresentávamos nos eventos promovidos pela escola e em outras também. Na sétima série (atual oitavo ano) mudei de escola, vim estudar aqui em Maceió. Antes do início do ano letivo tinha muitas dúvidas, como seria o pessoal da turma, como seria os professores, será que eu ia conseguir passar de ano, entre outras. Foi tudo diferente do que havia imaginado, as pessoas me acolheram super bem, tinha tanto amigas como amigos. Me divertia muito nas feiras de ciências. Fiz amizades que cultivo até hoje, algumas de minhas amigas casaram, assumiram responsabiliddaes maiores, mas sempre arranjamos um tempinho para nos encontrar.
Fonte: Google Imagens
No Ensino Médio, novamente mudei de escola, pois onde cursei o Ensino Fundamental, o Ensino Médio era no turno da tarde e preferia estudar pela manhã. Mais uma mudança em minha vida. Durante essa fase, fiz amizades de todos os "sexos", meninas, meninos, "gays" e "lésbicas". Foi muito legal, porque na infância tinha preconceito com os homossexuais, não podia ver um que começa a rir. Tanto é que durante o Ensino Fundamental, em uma aula vaga, eu e minha turma de amigos estávamos conversando quando passou um gay e coemçamos a rir e fazer piadinhas, ele foi a direção da escola e falou com a diretora, esta juntamente com a coordenadora nos chamou e deu uma lição de vida em cada um. Mais a partir do momento em que passei a conviver com meus amigos que tinham gostos e desejos diferentes, pude perceber que todos somos iguais, diferentes apenas na personalidade e gostos. Foi durante o Ensino Médio, que começei a pensar na profissão que pretendia seguir, gostava muito de Língua Portuguesa e Literatura, que até pensei em fazer Letras para lecionar a disciplina de Língua Portuguesa. Tentei no meu primeiro vestibular, mas perdi e mudei de ideia e acabei fazendo Pedagogia, curso que estou concluindo.  

sábado, 10 de setembro de 2011

Como tudo começou...

Fonte: Google Imagens
 No início do ano de 2007, ingressei num cursinho pré-vestibular para me preparar para o vestibular. Foi um ano de intensos estudos, pois queria muito passar no vestibular. Já havia perdido duas vezes e dessa vez estava decidida a passar, mesmo que tivesse que abrir mão de algumas coisas, como aconteceu. Deixei de sair aos finais de semana com meus amigos e até pedi um tempo ao namorado para poder me dedicar mais aos estudos.
 Na primeira vez, tentei para o curso de Letras, porque pretendia ser professora de Língua Portuguesa, perdi na segunda fase. Fiquei tão triste por não ter passado que decidi que não iria mais fazer vestibular. No ano seguinte me matriculei no Curso Normal (Magistério) no Instituto de Educação e não me preparei para as provas do vestibular, pois estava decidida a não fazer. Porém, quando chegou o dia das inscrições, minha mãe mandou eu fazer a inscrição e menti dizendo que já havia passado o prazo. Ela insatisfeita com minha resposta, se informou e descobriu que eu estava mentindo e me obrigou a fazer a iscrição mesmo sem está estudando.Mais uma vez perdi e dessa vez, não fui nem para a segunda fase kkk...
Fonte: Google Imagens
 Após a segunda tentativa frustrada de passar no vestiba, decidi me dedicar para passar. Estudei, estudei, estudei... e finalmente passei para o curso de Pedagogia. Hoje estou concluindo o curso e só tenho a agradecer a meus pais, familiares de modo geral que me incentivaram desde o início, aos colegas de sala, aos mestres e a todos que de forma direta ou indireta contribuíram e contribuem para a minha formação, seja apoiando, incentivando e também torcendo de forma positiva pelo meu sucesso. 
 A todos que fazem parte dessa história, Meu MUIITOOO OBRIGADAAA!!!